sábado, 6 de março de 2010

QUEM AMA AO FEIO,BONITO LHE PARECE


Encontrava-se em certa praça uma família: pai, mãe e um filho com mais ou menos 6 a 8 anos(criança desnutrida nunca aparenta a idade certa). Suas vestes maltrapilhas e sujas, fisionomias com aspecto cansado, certamente famintos.

Sentados à sombra de uma árvore, a criança no colo do pai não parava de beijar o braço mal cheiroso que o envolvia dando-lhe segurança, conforto.

Os pais demostravam tristeza, incerteza do amanhã. Mas a criança em sua inocencia estava feliz, tranquila. O que importava no momento: seus beijinhos estavam sendo aceitos.

Passou alguém e deparou-se com aquele quadro que pintor algum gostaria de ser o autor

Doeu-lhe a alma, pensou: É assim o amor do Senhor Deus para conosco, não vê, não sente nosso estado limitado, nosso odor desagradavel.

Apenas nos AMA! Aleluia!

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